domingo, 4 de agosto de 2013

FÍSICA QUÂNTICA E A ESPIRITUALIDADE.




FÍSICA QUÂNTICA E A ESPIRITUALIDADE

Por: Ana Lucia Santana 

Há pouco mais de cem anos, o físico Max Planck, considerado conservador, tentando compreender a energia irradiada pelo espectro da radiação térmica, expressa como ondas eletromagnéticas produzidas por qualquer organismo emissor de calor, a uma temperatura x, chegou, depois de muitas experiências e cálculos, à revolucionária ‘constante de Planck’, que subverteu os princípios da física clássica.

Este foi o início da trajetória da Física ou Mecânica Quântica, que estuda os eventos que transcorrem nas camadas atômicas e sub-atômicas, ou seja, entre as moléculas, átomos, elétrons, prótons, pósitrons, e outras partículas. Planck criou uma fórmula que se interpunha justamente entre a Lei de Wien – para baixas freqüências – e a Lei de Rayleight – para altas freqüências -, ao contrário das experiências tentadas até então por outros estudiosos.

Albert Einsten, criador da Teoria da Relatividade, foi o primeiro a utilizar a expressão quantum para a constante de Planck E = hv, em uma pesquisa publicada em março de 1905 sobre as conseqüências dos fenômenos fotoelétricos, quando desenvolveu o conceito de fóton. Este termo se relaciona a um evento físico muito comum, a quantização – um elétron passa de uma energia mínima para o nível posterior, se for aquecido, mas jamais passará por estágios intermediários, proibidos para ele, neste caso a energia está quantizada, a partícula realizou um salto energético de um valor para outro. Este conceito é fundamental para se compreender a importância da física quântica.

Seus resultados são mais evidentes na esfera macroscópica do que na microscópica, embora os efeitos percebidos no campo mais visível dependam das atitudes quânticas reveladas pelos fenômenos que ocorrem nos níveis abaixo da escala atômica. Esta teoria revolucionou a arena das idéias não só no âmbito das Ciências Exatas, mas também no das discussões filosóficas vigentes no século XX.

No dia-a-dia, mesmo sem termos conhecimento sobre a Física Quântica, temos em nossa esfera de consumo muitos de seus resultados concretos, como o aparelho de CD, o controle remoto, os equipamentos hospitalares de ressonância magnética, até mesmo o famoso computador.

A Física Quântica envolve conceitos como os de partícula – objeto com uma mínima dimensão de massa, que compõe corpos maiores - e onda – a radiação eletromagnética, invisível para nós, não necessita de um ambiente material para se propagar, e sim do espaço vazio. Enquanto as partículas tinham seu movimento analisado pela mecânica de Newton, as radiações das ondas eletromagnéticas eram descritas pelas equações de Maxwell. No início do século XX, porém, algumas pesquisas apresentaram contradições reveladoras, demonstrando que os comportamentos de ambas podem não ser assim tão diferentes uns dos outros. Foram essas idéias que levaram Max Planck à descoberta dos mecanismos da Física Quântica, embora ele não pretendesse se desligar dos conceitos da Física Clássica.

A conexão da Mecânica Quântica com conceitos como a não-localidade e a causalidade, levou esta disciplina a uma ligação mais profunda com conceitos filosóficos, psicológicos e espirituais. Hoje há uma forte tendência em unir os conceitos quânticos às teorias sobre a Consciência. Físicos como o indiano Amit Goswami se valem dos conceitos da Física moderna para apresentar provas científicas da existência da imortalidade, da reencarnação e da vida após a morte. Professor titular da Universidade de Física de Oregon, Ph.D em física quântica, físico residente no Institute of Noetic Sciences, suas idéias aparecem no filme Quem somos nós? e em obras como A Física da Alma, O Médico Quântico, entre outras. Ele defende a conciliação entre física quântica, espiritualidade, medicina, filosofia e estudos sobre a consciência. Seus livros estão repletos de descrições técnicas, objetivas, científicas, o que tem silenciado seus detratores.

Fritjof Capra, Ph.D., físico e teórico de sistemas, revela a importância do observador na produção dos fenômenos quânticos. Ele não só testemunha os atributos do evento físico, mas também influencia na forma como essas qualidades se manifestarão. A consciência do sujeito que examina a trajetória de um elétron vai definir como será seu comportamento. Assim, segundo o autor, a partícula é despojada de seu caráter específico se não for submetida à análise racional do observador, ou seja, tudo se interpenetra e se torna interdependente, mente e matéria, o indivíduo que observa e o objeto sob análise. Outro renomado físico, prêmio Nobel de Física, Eugen Wingner, atesta igualmente que o papel da consciência no âmbito da teoria quântica é imprescindível.

COMENTÁRIOS:

Por: Nagib em 21/10/2008 @ 00:36
A moderna física quântica pretende conciliar ciência e espiritualismo, opondo-se ao dualismo cartesiano que separa a mente da matéria, afirmando que tudo existe na consciência, fonte de energia de tudo quanto existe e que pode ser chamada de Deus. As religiões, sem exceção, se desviaram deste monismo por impedir que seus seguidores comprovassem a existência, em si mesmos, desta fonte de energia, através de seu conhecimento e ampliação.

A inscrição délfica que propunha o autoconhecimento não foi realizada, pois o eu profundo, a consciência, a pequena chama, continuou desconhecida, por ser matéria de ciência, e não de religião.
Apesar do vislumbre quântico, a consciência continua sendo uma incógnita. Podemos comprovar que matéria e energia são a mesma coisa em estágios diferente, têm a mesma origem. Mas seria necessário tomar contato com esta energia em si mesmo, ao invés de apenas observá-la na natureza exterior, fora de si mesmo. O conhecimento vem da experimentação, e consciência é conhecimento, movimento e evolução.
Não podemos confundir espiritualidade com religião,pois aproximar-se de Deus através da consciência, de seu desenvolvimento, é muito diferente da crença passiva e cega no que se desconhece, pois as crenças paralisam a função de pensar, de escolher ; impedem o salto quântico do deixar de ser o que é para ser o que não é.

Nagib Anderáos Neto
www.nagibanderaos.com.br

Por: luiz carlos de almeida em 27/02/2009 @ 10:36

Críticas ao Princípio da Complementariedade:
Pelo princípio da Complementariedade da Escola de Copenhagen, existe ambigüidade e natureza dual da matéria e da energia.
A dualidade da matéria e das radiações eletromagnéticas é real. Agora acreditar que no experimento da fenda , que esse comportamento é alterado pelo observador é fazer uma leitura equivocada da realidade dos fatos, pois, não está sendo considerada a existência da energia escura e que as ondulações elípticas, tais quais as dos elétrons, dos posítrons, além do movimento da partícula massiva, provoca no espaço-tempo a disseminação das ondas criadas pelo próprio elétron e posítron.
A verdade da física quântica, que o observador altera o evento, não pode ser considerada sem o conhecimento dos reais atores deste evento.
Essa dualidade não é uma questão de probabilidades e sim uma questão de explicação real de um acontecimento físico normal, afinal, “Deus não joga dados”.
Causas da Dualidade do Elétron (Posítron) - Partícula – Onda
O Elétron apresenta um movimento ondulatório, já que pelo exposto, ele não é uma partícula esférica, por ser formado, por um par de energias (02 energias magnéticas negativas), ora em um movimento no sentido horário, ora no sentido anti-horário, definido pela atração magnética dos posítrons a mais dos prótons, e que, pelo princípio da exclusão de Pauli, quando um nível de energia está preenchido com um elétron em movimento ondulatório no sentido horário o outro estará em sentido anti-horário, que é determinado pelo próprio magnetismo entre os posítrons a mais dos prótons e o magnetismo dos elétrons em relação aos outros elétrons da eletrosfera.
A atração magnética entre o posítron a mais no prótron faz com que este elétron gire em seu eixo, já que também, tem atração magnética pelo posítron, só que o posítron está fixo e o elétron está livre em seu nível de energia, movimentando-se ondulatoriamente.
A diferença das Radiações eletromagnéticas é que o elétron possui massa, pela ação do neutrino que cria seu o campo de massa e as radiações eletromagnéticas não possuem massa, com isto possuem uma velocidade muito maior que do elétron (que é matéria), mas a configuração estrutural é a mesma, pois, são duais (possuem 02 energias na sua formação), somente que, as radiações eletromagnéticas são formadas por 02 energias elementares, sendo uma magnética positiva e outra magnética negativa e os elétrons são formados por 02 energias magnéticas negativas,. A mesma constituição estrutural do elétron é a do posítron, sendo 02 energias elementares positivas e também tem movimento ondulatório elíptico tal qual o elétron e as radiações eletromagnéticas.
Experimento da Fenda Dupla e a Propagação do Elétron
Quando o experimento foi observado, não foi levado em consideração o espaço ser formado pela energia escura e o elétron possuir uma estrutura dual (02 energias), assim, quando se movimenta, o faz em movimento elíptico ondulatório, horário ou anti- horário, sendo que este movimento, ocorre em lacunas pré estabelecidas dentro da energia escura, transmitindo a estes túneis dentro desta energia escura a suas vibrações. Como, provavelmente o experimento apresentava muitos elétrons em movimento, o que era gravado no anteparo era a imagem desta propagação, que pela estrutura da energia escura, possui túneis para o elétron e estes movimentam-se em movimento ondulatório elíptico.
Assim quando as 02 fendas estavam abertas ocorria a propagação dos elétrons nas duas fendas, produzindo a propagação de ondas e interferências de uma propagação com a outra, conforme explanado, com superposição das marcas no anteparo, e quando uma era fechada, somente ocorria propagação na fenda aberta marcando o anteparo somente no lado aberto, sem interferência das ondas.
A interpretação probabilística e do papel do observador na Física Quântica que descrevemos aqui é conhecida como interpretação de Copenhagen, e seu principal formulador e defensor foi o físico dinamarquês Niels Bohr. Essa é a interpretação aceita pela grande maioria dos físicos hoje em dia. Mas sempre houve físicos que discordaram dessa interpretação, entre eles Albert Einstein. Segundo este, “a crença em um mundo exterior independente do observador é a base de toda a ciência natural”.
O experimento para a Luz, que é o mesmo observado para o elétron, onde, pela falta de uma explicação pela física clássica, foi interpretado como um evento em que o observador altera o resultado e basilar para o princípio da complementariedade, se entendermos a dualidade real do elétron (formado por 02 energias magnéticas em movimento ondulatório elíptico, por camadas eletrônicas em túneis, da energia escura, definidos), assim como a radiação eletromagnética (diferindo apenas que não tem massa e é formada por 01 energia magnética positiva mais 01 energia magnética negativa), entenderemos que o evento passa a ter uma explicação clássica.

O MITO DO PRINCÍPIO DA INCERTEZA DE HEISENBERG
A Teoria do “Princípio da Incerteza”:
“0 Principio da Incerteza é uma conseqüência inelutável da Mecânica Quântica. Pode, contudo, ser compreendido em termos de certas experiências imaginárias, estudadas em grande detalhe por Heisenberg e, posteriormente, por Bohr. Examinemos, de maneira muito simplificada, um desses experimentos. A visualização de um elétron se dá quando um fóton emitido por este elétron é detectado (digamos, pela retina do observador). Lance-se, por exemplo, um feixe de fótons de comprimento de onda L em direção à região onde se encontra o elétron. O fóton que com ele colidir será refletido (absorvido e reemitido) e sua detecção nos informará sobre a posição do elétron. Naturalmente, um fóton de comprimento de onda L não pode determinar a posição do elétron com precisão maior do que L. Seria de se pensar, portanto, que a utilização de um fóton de comprimento de onda menor fornecesse informações mais completas. Sabe-se, porém, que a quantidade de movimento de um fóton é inversamente proporcional ao seu comprimento de onda. Logo, ao usarmos fótons de menor comprimento de onda para aprimorarmos a medida da posição do elétron, estaremos automaticamente usando fótons de maior quantidade de movimento que, ao serem refletido pelo elétron, transferirão a ele uma quantidade de movimento tanto maior quanto menor for o comprimento de onda. Assim, ao aprimorarmos a determinação da posição do elétron, estaremos alterando o valor de sua quantidade de movimento por um valor que é tanto maior quanto mais precisa for a determinação da posição. Uma análise mais detalhada mostra que o valor desta transferência de momento é incontrolável. Ora, a trajetória de uma partícula é determinada pelo conhecimento, em um dado instante, da posição e da velocidade da partícula. A impossibilidade desse duplo conhecimento acarreta automaticamente a impossibilidade de determinação da trajetória. Não há trajetórias na mecânica Quântica !
Nessa análise da observação de um elétron, o fóton representa a ação do observador sobre o objeto observado. O fato de o elétron ser visto implica a necessidade de que um fóton seja emitido por ele, com as conseqüências descritas. O princípio da incerteza é, assim, uma manifestação da impossibilidade de se ignorar a interação observador - sistema observado. É impossível, na descrição do mundo atômico, separar completamente o observador do “resto da Natureza”, uma vez que o distúrbio causado pela observação é comparável aos próprios fenômenos que estão sendo observados. É notável que essa “intromissão” do observador em toda descrição da Natureza seja, não o resultado de uma convicção filosófica, mas uma conseqüência imprevista de uma teoria formulada para o estudo quantitativo de fenômenos em escala atômica. É isso que dá a essa impossibilidade de isolamento da Natureza em relação ao observador uma força que os muitos argumentos apresentados durante a disputa milenar entre as concepções materialista e idealista do Universo jamais puderam acumular.
Heisenberg descobriu esse fato, ao tentar lidar com as desafiadoras teorias da luz. Segundo a teoria quântica de Niels Bohr, que Heisenberg preferia, a luz é emitida descontinuamente pelos átomos, em “pacotes”, quando os elétrons dão “o salto quântico”. De acordo com outros, como Erwin Schrödinger, a teoria quântica falha porque não consegue explicar os casos nos quais a luz se comporta como uma onda.
O próprio Heisenberg ficou insatisfeito com a teoria de Bohr, já que ela se baseava em uma idéia do átomo que nunca poderia ser provada. Mas ele achava que a idéia rival de Schrödinger estava mais errada, e para provar isso, pôs-se a examinar mais detalhadamente o que realmente podemos afirmar com segurança sobre os elétrons. No decorrer do processo, investigou as medições comuns — posição, velocidade, quantidade de movimento, energia e tempo — que os físicos usavam ao propor suas teorias. Por volta de 1927, ele havia chegado a uma conclusão surpreendente: que tanto a teoria quântica como sua rival, a teoria ondulatória, da forma como na época eram formuladas, estavam carregadas de insuperáveis incertezas.
Heisenberg começou a pensar insistentemente sobre o próprio processo da observação científica, que pode geralmente ser seguro quando se observa o comportamento de objetos banais, mas fica sujeito a grandes dificuldades quando se trata de partículas subatômicas. Seu ponto principal era esse: você não pode observar a posição de um elétron exceto fazendo alguma coisa rebater nele — luz, por exemplo. Em outras palavras, você tem que introduzir uma forma de radiação, a qual tem sua própria energia, e essa energia vai perturbar o caminho do elétron em maior ou menor grau.
De fato, quanto mais precisamente você desejar localizar o elétron, mais terá que perturbar sua velocidade (e, portanto, sua quantidade de movimento), porque você tem que adicionar mais energia. Por outro lado, se você quer medir a quantidade de movimento do elétron (expressa através de sua velocidade), você tem que minimizar a interferência da radiação. Mas fazendo isso, você torna impossível localizar precisamente a posição do elétron.
Resumindo, radiação de alta energia dará a você dados mais precisos sobre a posição do elétron em um dado momento, enquanto que destrói a evidência de sua velocidade inicial. Radiação de baixa energia dará a você dados mais precisos sobre a rapidez com que ele se move em um dado tempo, enquanto que encobre os dados sobre sua localização. E o que é ainda mais estranho, o próprio ato de observar a posição de um elétron vai fazer com que ele “se comporte” mais como uma partícula, enquanto que o ato de medir sua energia fará com que ele “se comporte” mais como uma onda.
O que o princípio da incerteza diz essencialmente é que não existe meio de medir com precisão as propriedades mais elementares do comportamento subatômico. Ou melhor, quanto mais precisamente você mede uma propriedade, digamos, o movimento de um elétron, menos precisamente você pode conhecer outra, nesse caso, sua posição. Mais certeza de uma, mais incerteza de outra.
Heisenberg veio então com uma pequena e interessante fórmula para expressar esses fatos frustrantes, dizendo basicamente que, se você multiplicar a incerteza da posição pela incerteza da quantidade de movimento, o produto não poderá ser menor que um certo número positivo chamado de “constante de Planck”. Isto é, a incerteza nunca pode ser reduzida a zero, e quanto melhor você medir uma quantidade mais incerta será a outra.
Não é que o nosso conhecimento sobre as partículas atômicas seja incerto porque nossas técnicas de medição ainda não são suficientemente boas. O ponto é que técnica alguma jamais poderá superar a incerteza fundamental do comportamento de grandezas quânticas. O elétrons podem, de fato, comportar-se como pontos precisos de velocidade precisa, mas isso nunca poderemos saber. É igualmente provável que não o façam e, portanto, afirmações sobre ambos os efeitos são inúteis e sem sentido.
Em termos práticos, o que o princípio da incerteza sugere é que você não pode tratar partículas quânticas como se fossem iguais aos objetos de nossa vida diária — objetos que podemos apontar e dizer: “Este objeto está aqui, agora, e é para lá que ele está indo”. Os aspectos essenciais de uma partícula (posição, velocidade, quantidade de movimento, energia) nunca podem ser imediatamente observados com precisão — o próprio ato da observação, inevitável e irremediavelmente, distorce pelo menos uma dessas características. Na melhor das hipóteses, podemos fazer medições e predições prováveis ou estatísticas”.
Críticas ao “Princípio da Incerteza” de Heinsenberg:
A Interpretação de transmissão das radiações eletromagnéticas estava sendo compreendida por quantização de energia, e como, apresentado neste trabalho, não ocorre a qüantização de energia, descrita por Max Planck, que mesmo explicando o resultado, das radiações do aquecimento do corpo negro, interpretou erroneamente os acontecimentos, colocando os elétrons como emissores de radiações eletromagnéticas, e que, a transferência de fótons entre elétrons, como explicado por Albert Einstein, também não ocorre como explanado.
Os elétrons, não são emissores de radiações eletromagnéticas, somente participam, conforme explanado, neste estudo, na propagação das radiações eletromagnéticas, que são produtos das interações entre elétrons e posítrons, em sua maioria proveniente dos núcleos atômicos.
O “princípio” descrito por Heinsenberg, necessita de uma interpretação diferente, já que a quantização de energia de Max Planck e a transferências de fótons de Albert Einstein, não são premissas condizentes com a realidade dos acontecimentos.
A afirmação que, em uma análise mais detalhada, o valor da transferência de momento é incontrolável ,é incoerente com os fatos reais, pois, sabendo-se da velocidade do raio que atinge o elétron, podemos prever o deslocamento deste elétron ou não, dependendo da velocidade de impacto desta radiação e mais, pode-se prever a direção deste elétron e a quantidade de energia que este elétron recebeu, ou para deslocar de seu orbital ou apenas para ganhar energia cinética orbital, pois, não se trata de uma quebra de simetria de momento, já que sabemos de onde sai a energia cinética e para onde ela vai.
Agora, considerar que nossos meios de medição da velocidade e da localização no orbital ainda são ineficazes, é correto, mas este fato por si só, não é um princípio, e sim uma conseqüência da falta de meios para esta medição (que será superado com novas tecnologias).
O “princípio da incerteza”, que é predito como uma manifestação da impossibilidade de se ignorar a interação observador - sistema observado e que é impossível, na descrição do mundo atômico, separar completamente o observador do “resto da Natureza”, uma vez que o distúrbio causado pela observação é comparável aos próprios fenômenos que estão sendo observados. Não é realística, pois os fatos são baseados em premissas erradas e que estas conseqüências imprevistas, desta teoria formulada para o estudo quantitativo, de fenômenos em escala atômica, está equivocada em relação à essência da realidade dos fatos. É isso, que dá essa impressão, de impossibilidade de isolamento da Natureza, dos fatos em relação ao observador.
O nosso conhecimento sobre as partículas atômicas está incerto porque nossas técnicas de medição, ainda não são suficientemente boas para superar o “princípio da incerteza”, já que não é fundamental do comportamento de grandezas subatômicas esta característica de incerteza. O elétrons podem, de fato, comportar-se como pontos precisos de velocidade precisa, e por vezes receberem energia cinética das radiações eletromagnéticas, que por vezes os destacam de seus orbitais (como nas interações de propagação das Radiações eletromagnéticas de altas velocidades –gama, “X”, ultra violeta), que por vezes não são destacados dos seus orbitais, não desviando as radiações eletromagnéticas, permitindo que nas interações com os mesmos, se propaguem em movimento retilíneo (como na propagação das radiações eletromagnéticas visíveis), ou por vezes, não são destacados dos seus orbitais, mas desviando as próprias radiações eletromagnéticas (como no caso das radiações eletromagnéticas abaixo do vermelho, do espectro eletromagnético). Sendo que em todos estes processo, a energia cinética das radiações eletromagnéticas, é em parte transferida aos elétrons participantes destas interações.
Como este “princípio da incerteza” pareceu ser real, a física quântica começou a derivar dele, outros “princípios” que necessitariam que este princípio estivesse correto para ser base deles próprios, como é o caso do “princípio da complementariedade”, o não entendimento do movimento ondulatório do elétron , do posítron e das radiações eletromagnéticas (entendimento da dualidade onda-partícula), etc.
Assim, fazer medições e predições somente prováveis ou estatísticas, é perder a oportunidade, de explicar e entender, o que ainda não foi explicado ou entendido dentro do mundo real em que vivemos.

Energia Escura
A radiação eletromagnética pelo que foi explanado, não perde a sua energia intrínseca magnética, e sim vai perdendo velocidade (energia cinética), à medida que esta energia se propaga. Esta velocidade inicial que é a velocidade da radiação gama é dada pelas características da Energia magnética negativa Elementar e a da Energia magnética positiva Elementar e a massa nuclear, que ao se encontrarem em movimento impulsionam-se, pela força magnética forte, à velocidade da luz (ou melhor, à sua própria velocidade) e destacando-se do neutrino e do antineutrino que são os responsáveis por dar o campo de massa aos elétrons e posítron, tornando-se uma energia magneticamente neutra, pulsátil, apresentando campo magnético, pela sua constituição e campo elétrico pela velocidade cinética deste imã atômico, em movimento ondulatório elíptico.
Esta Radiação vai perdendo velocidade (energia cinética), pelas sucessivas interações com elétrons, até esta energia magnética elementar, perder toda velocidade (energia cinética).Esta energia magnética, sem velocidade é a energia escura que preenche todo o universo.
Esta Energia Escura está aumentando e com isto expandindo o Universo. Está aumentando com o passar do tempo, pois ela é produto final de todo o processo de nascimento, crescimento e morte Estrelar. É o produto de toda ordem de radiações eletromagnéticas.
Esta energia escura que é formadora do Espaço. Como ela está aumentando então o espaço também está aumentando (expansão espacial). Ela é o próprio espaço.
Esta Energia exerce força mantendo as galáxias sem se espalharem no vácuo, pois ela permeia todo o universo, permeia a eletrosfera, somente não permeia os núcleos atômicos, pois os mesmos já são constituídos desta energia escura magnética, porém como matéria (por atuação dos neutrinos e antineutrinos).
Pela sua característica, como é o espaço, ela atua em todas direções, aumentando o universo e sustentando os astros e sendo o meio de propagação das Radiações eletromagnéticas.
FENÔMENOS E A ENERGIA ESCURA
Efeito Casimir
O Efeito Casimir é observado quando duas chapas de metal são colocadas bem próximas, foi demonstrado que existe uma força invisível que atua para a aproximação destas chapas, o que levou ao seu descobridor medir esta força e demonstrar que este efeito realmente ocorre.
Pela explicação da Energia Escura, que ela permeia todo o universo, inclusive a eletrosfera, e que não permeia os núcleos, do lado externo das chapas metálicas ela exerce uma pressão sobre tais núcleos de encontro com a outra chapa e do lado interno esta pressão é muito menor, pois, existe menos energia escura entre as placas que externamente a estas placas.
Força de Van der Waals
É o mesmo Efeito Casimir, somente que a Força de Van der Waals foi demonstrado em nível molecular. Como é em nível molecular este efeito é muito mais percebido, pois, a pressão da Energia Escura é bem maior, já que a estrutura molecular é bastante inferior ao caso do Efeito Casimir. Assim, as moléculas apresentam uma tendência muito grande de se juntarem pela pressão da Energia Escura e provavelmente esta pressão, que favoreça à união química dos elementos.
Flutuação Quântica de Vácuo ( Flutuação de Energia ou Flutuação do Ponto Zero)
Segundo preconizado por vários cientistas ocorre formação de pares (elétrons posítrons) no vácuo principalmente em bocas de buracos negros, e que imediatamente eles se aniquilam.
Buraco Negro e formação de Elétrons e Posítrons a partir de “Partículas Virtuais”. Devido à elevadíssima força gravitacional (teria que estar presente o neutrino e antineutrino), para juntamente com a energia escura, ocorresse a transformação de energia em matéria!)
Como o vácuo é constituído por energia escura, que é uma estrutura magnética, porém sem energia cinética, é possível que com muita gravidade ocorra incorporação de um neutrino a 02 energias magnéticas negativas, se transformando em 01 elétron e que ocorra a incorporação de um antinuetrino a 02 energias magnéticas positivas, se transformando em um posítron, e que os mesmos, se “aniquilem”, mas o mais provável que ocorra na entrada do buraco negro é a colisão entre elétrons e posítrons das matérias arrastadas pela grande força gravitacional (Radiação de Hawking).
O Vácuo eletromagnético e os Fótons Virtuais
Como o espaço é a própria Energia Escura e esta Energia Escura é uma energia eletromagnética, formada por parte de energia magnética negativa e parte de energia magnética positiva (Energia Eletromagnética - imãs atômicos), sem velocidade cinética, acumulada, esta teoria de fótons virtuais acontece e não é virtual, é real. Esta energia é formadora de cada espaço existente
Reintrodução da Teoria do Éter Lumífero
Quando Albert Einstein postulou a teoria da Relatividade geral, ele contou com a existência do “Éter” (Espaço-Tempo - Alguma energia invisível que formaria este espaço), somente não tinha uma explicação para defini-la. Foi proposto, por ele, que a gravidade era provocada pela quantidade de matéria que fazia com que o espaço sofresse uma deflexão e assim os corpos próximos a esta deflexão do espaço recebiam uma força os puxando para próximo deste corpo mais massivo, o que condiz com o a Energia Escura proposta neste trabalho, pois é esta energia escura que sustenta os astros e por causa da quantidade de massa, a energia escura sofre esta deflexão, provocando o explicado sobre a gravidade, por Albert Einstein.
Quando o astro atinge uma massa muito grande, esta deflexão do espaço começa a se tornar um funil que conhecemos por buraco negro. Como a luz se propaga por túneis dentro desta energia escura, não ocorre a deflexão da luz por ação direta da gravidade sobre a luz e sim o túnel de reflexão se encurvou e assim a luz que passa próxima a este astro, com espaço defletido, apresenta uma mudança de movimento linear para movimento curvilíneo, e tão logo passe por esta deflexão espacial, volta apresentar um movimento linear.
No caso do buraco negro, tem-se a impressão que a gravidade arrastou a luz para o seu funil, porém, o que foi arrastado foi a energia escura e assim a luz penetra também neste funil, pois o seu meio de propagação que se afunilou.

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REPENSANDO O MODELO ATÔMICO

Desde quando descoberto a antimatéria, na figura do Posítron, a mente humana sonha na sua utilização para diversos fins, somente que, as características desta antimatéria é muito peculiar, suscitando questionamentos, que parecem ser muito complexos..
A ciência caminha para decifrar cada vez mais o nosso universo, entendendo cada vez mais do que somos formados. Assim, surgiu perante meus olhos, uma questão que se tornou, não somente fascinante, como também preocupante, pois, é fascinante por tornar muitas questões de difíceis explicações, fáceis e lógicas, e é preocupante porque mostra que temos dentro da ciência, vários caminhos que nos levam a acertar e tantos outros, que nos levam a não acertar, o que compromete bastante o nosso próprio desenvolvimento.
Voltando à antimatéria, se ela é emitida pelo núcleo atômico, ela teria que estar lá e que se a matéria (elétron) também é emitida, como radiação beta (-) é porque ela está lá, e que se juntamente com um posítron também é emitido um neutrino e com um elétron é emitido um antineutrino é porque eles estão lá.
Bastava, então, se conseguir decifrar estas premissas, que devem ser verdadeiras .
Muito fascinante perceber que se a radiação gama é produto da união entre um elétron e um posítron e que tal radiação não possui massa, e que, quem dá massa ao elétron e ao posítron teria que ser produto desta união. Assim, podemos a acreditar, como prediz parte da teoria de Higgs, que alguma partícula fosse responsável pelo campo de massa, tanto do elétron, como do posítron.
Analisando a radiação gama, da união do elétron com o posítron, observa-se que esta radiação gama parte com uma energia cinética de 0,511 MeV , em um sentido e que em sentido contrario ocorria a emissão de um raio com energia cinética de 0,511 MeV, que era constituída na verdade por 02 raios com velocidade cinética de 0,255 MeV cada, mas que tal emissão era um neutrino e um antineutrino.
Então, fica claro que, este neutrino é responsável pelo campo de massa do elétron e que o antineutrino é responsável pelo campo de massa do Posítron e que a radiação gama por ser neutra é a união de 01 energia magnética negativa com 01 energia magnética positiva e que não possuía massa, por estas energias não terem ação do neutrino e do antineutrino.
Baseado neste fato, para que ocorresse este processo de "aniquilação", de um elétron e de um posítron, o elétron teria que ser formado por 02 quantidades de energia magnética negativa e o posítron por 02 quantidades de energia magnética positiva.
Se o núcleo emite posítron, elétron, neutrino e antineutrino e que a interação dos neutrinos com os elétrons e dos antineutrinos com os posítrons, surge a matéria, isto nos obriga a acreditar que o núcleo atômico, tem que ser formado por elétrons e posítrons (com os responsáveis pelos campos de massa – neutrinos e antineutrinos) e que as radiações eletromagnéticas nucleares são provenientes de interações de elétrons e posítrons formadores dos prótons e nêutrons, e que, à medida que, perdem energia cinética são chamadas de outros tipos de energias eletromagnéticas (gama, "X", ultra violeta, espectro visível...etc.)
Como a massa do núcleo é, aproximadamente, 1836 vezes maior que de um elétron e de um posítron, então na composição de um núcleo com um só próton (núcleo do hidrogênio) teria que ter 918 posítrons e 917 elétrons e que este posítron a mais no próton, faz com que este núcleo ficasse magneticamente positivo, atraindo um elétron (magneticamente negativo) , tanto em rotação, quanto em seu próprio eixo, já que é uma estrutura dual, não esférica, que nesta atração mútua magnética o faz girar em seu próprio eixo. Este movimento tanto de rotação como no seu próprio eixo, faz com que esta energia magnética produza um campo elétrico.
Faltava entender porque esta união elétron e posítron, na formação do próton e do nêutron, não resultou no processo chamado de aniquilação de pares.
Percebe-se, que esta formação aconteceu em estrelas e que nestas estrelas a enorme força de gravidade impediu a aniquilação, e também, estabilizaram estes elétrons e posítrons, mantendo-os unidos, com uma força bastante forte de união magnética de contato entre eles.
Na união de um elétron e um posítron livres, a aniquilação não ocorre, pois, o que ocorre é o destacamento do neutrino do elétron e do antineutrino do posítron, com metade da energia magnética de cada e que a radiação eletromagnética é a união de metade de um elétron com metade de um posítron, sem os campos de massa.
A energia cinética, tanto da radiação (0511MeV) como do neutrino (0,255MeV), como do antineutrino (0,255MeV), que é quantificada pela teoria de Albert Einstein (E=mc2).
As radiações não são absorvidas, nem aniquiladas, apenas vão perdendo velocidade cinética, até se transformarem em Energia Escura, formadora do espaço. È o próprio Espaço. Esta energia escura é o resultado todas as radiações eletromagnéticas.
A matéria e a energia são intercambiáveis, não se perdem, apenas se transformam, assim:
Não ocorre Quebra de Simetria de Paridade, pois tudo é constituído por 50% de matéria e 50% antimatéria.
Não ocorre Quebra de Simetria de Carga, pois o elétron, o posítron, o neutrino e o antineutrino estão na formação dos prótons e nêutrons.
Não ocorre a Quebra de Simetria da conservação da Energia, pois não ocorre emissões de radiações eletromagnéticas pelos elétrons e sim é uma união elétron-posítron,apenas o núcleo atômico estava sendo mal entendido

PARA REFLETIR - A VIDA MODERNA




PARA REFLETIR - VIDA MODERNA 

Autoria desconhecida



Um homem de negócios americano, no ancoradouro de uma aldeia da costa 

mexicana, observava um pequeno barco de pesca que atracava nesse momento 
trazendo um único pescador. No barco vários grandes atuns.

O americano deu parabéns ao pescador pela qualidade dos peixes e perguntou-lhe 

quanto tempo levara para pescá-los.

- Pouco tempo – respondeu o mexicano.

Em seguida, o americano perguntou por que ele não permanecia no mar mais tempo,

 o que lhe teria permitido uma pesca mais abundante.

O mexicano respondeu que tinha o bastante para atender as necessidades 

imediatas de sua família.

O americano voltou à carga:

- Mas o que é que você faz com o resto de seu tempo?

O mexicano respondeu:

- Durmo até tarde, pesco um pouco, brinco com meus filhos, tiro a siesta com 

minha mulher, Maria, vou todas as noites à aldeia, bebo um pouco de vinho, 
toco violão com meus amigos. Levo uma vida cheia e ocupada, señor.

O americano assumiu um ar de pouco caso e disse:

- Eu sou formado em administração em Harvard e poderia ajudá-lo. Você deveria passar 

mais tempo pescando e, com o lucro, comprar um barco maior. Com a renda produzida 
pelo novo barco, poderia comprar vários outros. No fim, teria uma frota de barcos pesqueiros.
 Em vez de vender pescado a um intermediário, venderia imediatamente a uma indústria 
processadora e, no fim, poderia ter sua própria indústria. Poderia controlar o produto, 
o processamento e a distribuição. Precisaria deixar esta pequena aldeia costeira de 
pescadores e mudar-se para a Cidade do México, em seguida para Los Angeles e, 
finalmente, para Nova York, de onde dirigiria sua empresa em expansão.

- Mas, señor, quanto tempo isso levaria? – pergunto o pescador.

- Quinze ou vinte anos – respondeu o americano.

- E depois, señor?

O americano riu e disse que essa seria a melhor parte:

- Quando chegar a ocasião certa, você poderá abrir o capital de sua empresa ao 

público e ficar muito rico. Ganharia milhões.

- Milhões, señor? E depois?

- Depois – explicou o americano – você se aposentaria. Mudava para uma pequena 

aldeia costeira, onde dormiria até tarde, pescaria um pouco, brincaria com os netos,
 tiraria a siesta com a esposa, iria à aldeia todas as noites, onde poderia beber 
vinho e tocar violão com amigos....

A ALMA - O REI E SUAS QUATRO ESPOSAS




O REI E AS 4 ESPOSAS

Autoria desconhecida.



Era uma vez.....um rei que tinha 4 esposas...........
Ele amava a 4a. esposa demais..... dava-lhe lindos presentes , 

jóias e roupas caras, tudo e sempre do melhor......


Também amava sua 3a. esposa e gostava de exibi-la aos 

reinados vizinhos. Contudo, ele tinha medo que um dia , 
ela o deixasse por outro rei......

Também amava sua 2a. esposa. Ela era sua confidente e estava 

sempre pronta para ele, com amabilidade e paciência. 
Sempre que o rei tinha que enfrentar um problema, 
ele confiava nela, para atravessar os tempos de dificuldade.....

A 1a. esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava 

ao seu alcance para manter o rei muito Rico e Poderoso, ele e o reino. 
Mas ele não amava a 1a. esposa e apesar dela o amar profundamente, 
ele mal tomava conhecimento dela.

Um dia.... o rei caiu doente.... e percebeu que seu fim estava próximo....

Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou....

"E.... agora eu tenho 4 esposas, mas quando eu morrer, ficarei sozinho...."

Perguntou então à 4a. esposa:
-"Te amei tanto querida, te cobri das mais finas roupas e jóias.... 

Mostrei o quanto te amava, cuidando bem de você, agora que 
estou morrendo, és capaz de morrer comigo, 
e não me deixar sozinho...?
"De jeito nenhum!" respondeu a 4a. esposa e saiu do quarto 

sem sequer olhar para trás.....
A resposta que ela deu....cortou o coração do rei...... 

como se fosse uma faca afiada.....

Tristemente.... o rei então perguntou à 3a. esposa:
- "Também te amei tanto a vida inteira.....Agora que eu 

estou morrendo.... você é capaz de morrer comigo e não 
me deixar sozinho.....?
"Não!!", respondeu a 3a. esposa. "A vida é boa demais!!!!! 
Quando você morrer, eu vou é casar de novo..."
O coração do rei sangrou e gelou de tanta dor.

Ele perguntou, então, à 2a. esposa:
-"Eu sempre recorri à você quando precisei de ajuda e você 

sempre esteve ao meu lado. Quando eu morrer você será
 capaz de morrer comigo e me fazer companhia....?
"Sinto muito mas, desta vez, eu não posso fazer o que você 
me pede!"
Respondeu a 2a esposa. O máximo que eu posso fazer é 

enterrar você." Essa resposta veio como um trovão na 
cabeça do rei e ele ficou arrasado.

Dai uma voz se fez ouvir.
"Partirei com você e o seguirei por onde você for...."
O rei levantou os olhos e lá estava a sua 1a. esposa, 

tão magrinha... tão mal nutrida,.....tão sofrida..... 
Com o coração partido, o rei falou:
"Eu deveria ter cuidado muito melhor de você , 
enquanto eu ainda podia....."

Na verdade, nós todos temos 4 esposas nas nossas vidas....
Nossa 4a. esposa é nosso corpo. Apesar de todos os esforços 

que fazemos para mantê-lo saudável e bonito.... ele nos deixará 
quando morrermos...
Nossa 3a. esposa são as nossas posses, as nossas propriedades,
 nossas riquezas.....
 Quando morremos, tudo isso vai para os outros.....
Nossa 2a. esposa é nossa família e nossos amigos. 

Apesar de nos amarem muito e estarem sempre nos apoiando, 
o máximo que eles podem fazer é nos enterrar.....
E nossa 1a.. esposa é a nossa ALMA.......... muitas vezes deixada 
de lado por perseguirmos, durante a vida toda, a riqueza, o poder 
e os prazeres do nosso ego.....
 Apesar de tudo, nossa Alma é a única coisa que sempre irá conosco, 
não importa onde formos...

Então..... cultive.... fortaleça.....bendiga....enobreça..... 


sua alma, agora!!!!

E o maior presente que você pode dar ao mundo.....

Deixe-a Brilhar!!!!

SENTA QUE LÁ VEM CONVERSA




MULHERES X RELACIONAMENTOS

por Iara de Oliveira Rocha


Como vocês já sabem sou esteticista, tarologa e blogueira, não sou a dona da verdade ou profissional na área de psicologia. Tão pouco estou indo contra o movimento feminista. Estas atividades sempre me dão grandes oportunidades de conversar com as pessoas, na maior parte das vezes mulheres. O que converso
com vocês hoje é fruto da minha observação e experiência.
Esta postagem em em especial é dirigida a minhas amigas.
Sou incapaz de dizer quantas vezes escutei das mais diferentes pessoas, das mais variadas idades
dos mais diversos níveis cultural, financeiro e social; solteiras, desquitadas, viúvas a seguinte frase:
"NÃO SEI O QUE ACONTECE COMIGO, NUNCA ARRUMO NINGUÉM LEGAL OU QUE QUEIRA UM RELACIONAMENTO, ESTÁ FALTANDO HOMEM NO MERCADO".
E acho que estão corretas quando dizem mercado; para mim apesar da minha abordagem parecer
fria e insensível, o termo é mesmo este.
Acho que se as mulheres parassem para fazer um retrospectiva dos últimos anos de maneira racional
perceberiam que a mesma relação que existe para se vender um produto qualquer e a de exibir sua
imagem para um possível interessado é a mesma. Se admitissem isto seria fácil perceber onde está
o erro. Não sou psicóloga, nem terapeuta, porém sou uma pessoa com muita experiência tanto no
marketing quanto na vida.
Pararam para pensar um pouquinho? Acharam onde estão errando? Bom vou dizer o que acho e
onde a maioria erra na minha opinião.
Vamos então comparar sua imagem como se fosse um produto a ser lançado no mercado e faremos
uma abordagem mercadológica do assunto.

01- FAÇA UMA LISTA DE PRÓS E CONTRAS DA SUA PESSOA
Pense o que tenho de melhor a oferecer, sem falsa modéstia que não serve absolutamente para nada.
Saiba seus defeitos também . Conheça suas características (tipo se tem o hábito de falar palavrões,
 rir muito alto, usar roupas ousadas etc.). Ninguém consegue expor seu produto ou serviço se não
 conhece-lo muito bem.

02- SAIBA O QUE QUER
Liste as características que você quer que um amor tenha para você, incluindo o tipo físico, manias
perfil emocional etc.

03- SAIBA O QUE NÃO QUER
Perceba o que um homem não pode ter de maneira nenhuma, vícios, modo de vestir, intelectualidade
faça com honestidade e não pegue o primeiro que aparecer por total falta de opção porque
relacionamento não é liquidação e você não precisa aturar o que não gosta só para dizer que
tem namorado.

04- VALORIZE-SE
Se você se valorizar, e cuidar de si mesma e amar sua pessoa sinceramente não aceitará menos
do que merece e evitará muitos aborrecimentos.
Conheça seu corpo o que lhe favorece em roupas cabelos e acessórios, embalagem não é tudo
mas faz um diferencial.

05- DETERMINE SEU PÚBLICO ALVO
Saiba o perfil do homem que você procura para a sua vida.

06- ALINHE SUAS ATITUDES AO PÚBLICO QUE VOCÊ ESCOLHEU
Entendam bem, não acho que ninguém deva parecer o que não é, pois ninguém segura a máscara
por muito tempo. Porém você muito provavelmente não achará um alto executivo ou um intelectual
no bar do Zé. Escolhido o tipo de homem que você deseja que entre em sua vida procure fazer
coisas onde seja mais fácil achar tal perfil. Exemplo se quer um intelectual procure fazer cursos de
línguas, vá a exposições, teatros shows adequados, cursos de vinhos etc.
Se você pretende encontrar um esportista procure se exercitar, ir a eventos adequados ao tipo
do homem que você gosta.
Se quer um surfista aprenda a nadar e frequente praias por exemplos.

07- A APRESENTAÇÃO DE UM PRODUTO TEM DE SER ADEQUADA
Lembrem-se estamos falando de relacionamentos não de pegação porque aí nem tem regra.
Não quero aqui ferir os sentimentos de nenhuma feminista. Nem estou propondo que você
se vista ou aja de maneira contrária aos seus desejos que tem de ser soberanos, porém
vejo muita garota jovem, linda e inteligente que se veste e se comporta como quem é muito
liberal e passa uma mensagem errada do que procura; depois vive reclamando dos resultados
ruins e não percebe que está passando uma imagem conflitante.
Então vista-se de acordo com a ocasião e procure ir a lugares compatíveis ao que procura.
Porque ir a uma festa social de calça puída e havaianas não funcionará muito bem a menos
que sua intenção seja mostrar revolta e desprezo por aquela situação o que as vezes é muito
válido, porém se sua intenção não for chamar atenção para seu espírito libertário não vai
funcionar.

08- VEJA SE SEU DISCURSO É COMPATÍVEL COM SEUS DESEJOS.

Se você pretende namorar e casar dentro do modelo tradicional um papo modernoso e
libertário não combinará com suas reais intenções e gerará uma frustração atrás da outra.
Se você como muitas não tem desejo de ter uma relação mais séria ou casar-se não
engane ninguém sobre suas intenções, porque se não gosta que brinquem com você não
fica bem brincar com os outros.

09- TOME CUIDADO COM A PAIXONITE DESENFREADA

Muito bem você conheceu alguém, achou interessante, pelo amor de Deus, não comece
a sonhar com igreja e daminhas, véus e grinaldas. Acorda! você só conheceu alguém possível
leva tempo até que se entrosem.. Caso sua carência esteja em um nível alarmante antes de
tentar conhecer alguém procure tratamento. Como disse Antoine de Saint-Exupéry: é o
tempo que você dedica a sua rosa que a fez tão importante. Portanto comece com calma
primeiro se interesse, depois se encante, depois se apaixone, depois goste e só depois
ame.
E como diria uma grande filosofa Tita Araújo (minha mãe) a boca fala o que quer mas são
os atos que provam o contrário. Hoje em dia se fala eu te amo com muita facilidade, ouça
agradeça e espere que os atos sejam coerentes com o discurso.


Como disse antes não sou especialista porém estas reclamações são tão recorrentes que
é necessário que vocês mulheres prestem atenção as suas próprias atitudes, por mais ridícula
que pareça minha opinião é realmente o que pega. O cara acha que você é decidida,
 descolada, alegre e leve; e após o primeiro encontra percebe que você era uma propaganda
enganosa, pegajosa, ciumenta, indecisa, medrosa e não tem confiança em você mesma, ele
vai achar que é uma pegadinha. Outra coisa você não tem necessidade de contar sua vida
num primeiro encontro, nem precisa contar ao cara que está com você o que todos os canalhas
que teve na vida te fizeram. Nada é mais desanimador que ficar falando de Ex qualquer coisa.
Seja você mesma não adianta fingir que gosta de futebol para depois infernar o sujeito com
que está namorando. Não aposte suas fichas todas logo no início, de tempo para conhece-lo
e saber se ele também é tudo que você queria. Não existe ninguém perfeito, se procura por
isto também não vai encontrar. Observe se você não é crítica demais na escolha e perde chances
maravilhosas por detalhes muito pequenos. Veja aquilo que é realmente importante daquilo
que é a busca por uma perfeição inexistente, veja se o que está impondo não é pre-conceito,
ou fuga para não achar ninguém mesmo. Desculpa esta que pode até ser inconsciente.
Se chegou a esta conclusão procure ajuda de um profissional indicado para se tratar.

Abração
Iara de Oliveira Rocha



OS SETE PECADOS CAPITAIS



OS 7 PECADOS

Autoria desconhecida


Certo dia um casal ao chegar do trabalho encontrou algumas pessoas dentro de sua casa. 

Achando que eram ladrões ficaram assustados, mas um homem forte e saudável, 
com corpo de halterofilista disse:
- Calma pessoal, nós somos velhos conhecidos e estamos em toda parte do mundo.
- Mas quem são vocês? perguntou o casal.
- Eu sou a Preguiça, respondeu o homem. Estamos aqui para que você escolha um 

de nós para sair definitivamente da vida de vocês.
- Como pode você ser a preguiça se tens o corpo de um atleta que vive malhando e 

praticando esportes? indagaram.
- A preguiça é forte como um touro e pesa toneladas nos ombros dos preguiçosos,

 com ela ninguém pode chegar a ser um vencedor.

Uma mulher velha curvada, com a pele muito enrugada que mais parecia uma bruxa disse:
- Eu meus filhos, sou a Luxúria.
- Não é possível! Disse o homem da família - você não pode atrair ninguém com essa feíura.
- Não há feiura pra a luxúria, queridos? respondeu - Sou velha porque existo a muito tempo 

entre os homens, sou capaz de destruir famílias inteiras, perverter crianças e trazer doenças
 para todos até a morte. Sou astuta e posso me disfarçar na mais bela mulher ou homem
 que você já viu.

Um mau cheiroso homem vestindo uns maltrapilhos de roupas que mais parecia um 

mendigo disse:
- Eu sou a cobiça, por mim muitos já mataram, por mim muitos abandonaram famílias e 

pátria, sou tão antigo quanto a Luxúria mas eu não dependo dela para
existir. Tenho essa aparência de mendigo porque por mais bem vestido que apresento, 

mais rico que apareço, com jóias, dinheiro e carros luxuosos, ainda assim me verás, 
porque a cobiça está tanto para o pobre quanto para o rico.

- E eu, - disse uma lindíssima mulher com um corpo escultural e cintura finíssima, 

seus contornos eram perfeitos e tudo no corpo dela tinha harmonia de forma e movimentos -
 Sou a Gula. Assustaram-se os donos da casa dizendo:
- Sempre imaginamos que a gula seria gorda.
- Isso é o que vocês pensam - respondeu ela - Sou a bela e atraente porque se assim não 

fosse seria muito fácil se livrar de mim. Minha natureza é delicada, normalmente sou discreta, 
quem tem a mim não se apercebe, mostro-me sempre disposta a ajudar aqueles que querem
 fazer regimes mas na verdade faço tudo ruir de maneira sutil. Destruo o prazer de viver 
e destruo a beleza do corpo.

Sentado em uma cadeira a beira da casa, um senhor também velho mas com o semblante

 bastante sereno disse com voz doce e movimentos suaves:
- Eu sou a Ira alguns me conhece como cólera, tenho muitos milênios também. 

Não sou homem nem mulher assim como meus companheiros que estão aqui.
- Ira ? Parece mais o vovô que todos gostariam de ter - disse a dona da casa.
- E a grande maioria me tem - respondeu o vovô - Matam com crueldade, provocam brigas 

horríveis e destróem cidades quando me aproximo.Sou capaz de eliminar qualquer 
sentimento diferente de mim, posso estar em qualquer lugar e penetrar nas mais 
protegidas casas. Mostro-me calmo e sereno para mostrar-lhes que a Ira pode estar 
no aparentemente manso. Posso também ficar contido no íntimo das pessoas sem 
se manifestar, provocando úlceras, câncer e as mais temíveis doenças.

- Eu - disse uma jovem que ostentava uma coroa de ouro cravada de diamantes,

 usava braceletes de brilhantes e roupas de fino pano, assemelhando-se a uma 
princesa rica e poderosa - Sou a Inveja - Faço parte da história do homem desde 
de sua aparição.
- Como inveja, se é rica e bonita, parece ter tudo que deseja. - disse a mulher da casa.
- Há os que são ricos, os que são poderosos, os que são famosos e os que não são

 nada disso, mas eu estou entre todos, a inveja surge pelo que não se tem e o que
 não se tem é a felicidade. Felicidade, depende de amor, e isso carece na humanidade. 
Por causa de mim, muita destruição já houve, mortes e sofrimento, onde eu 
estou está também a tristeza.

Enquanto os invasores se explicavam, um garoto que aparentava cerca de 5 a 6 anos 

brincava pela casa.
Sorridente e de aparência inocente, característica das crianças, sua face de delicados

 traços mostravam a plenitude da jovialidade, olhos vívidos e enigmáticos, 
parecia estar alheio aos acontecimentos quando foi indagado pelo casal.
- E você garoto, o que fazes junto a esses que parecem ser a personificação do mal?
O garoto respondeu com um sorriso largo e olhar profundo.
- Eu sou o Orgulho.
- Orgulho?? estupefou-se o casal - Você é apenas uma criança, tão inocente 

como todas as outras.
O semblante do garoto tomou um ar de seriedade que assustou o casal, e ele disse.
- O orgulho é como uma criança mesmo, mostra-se inocente e inofensivo, 

mas não se enganem, sou tão destrutivel quanto todos aqui , quer brincar comigo?

A Preguiça interrompeu a conversa e disse.
- Vocês devem escolher quem de nós sairá definitivamente de suas vidas.
Queremos a resposta.
O casal respondeu.
- Por favor, dêem 10 minutos para que possamos pensar.
O casal se dirigiu para o quarto onde dormem e lá fizeram várias consideração. 

Dez minutos depois retornaram.
- E então? perguntou a Gula.
- Queremos que o Orgulho sai de nossas vidas.
O garoto olhou com um olhar fulminante para o casal, pois queria continuar ali.

 Porém respeitando a decisão dirigiu-se para a saída. Os outros iam acompanhado o
 Garoto quando o casal perguntou.
- Ei, vocês vão embora também?
O Menino, agora com ar de severidade e com a voz forte de um orador disse.

- Escolhestes que o Orgulho saísse de vossas vidas, fizeram a melhor escolha. 

Pois onde não há Orgulho, não há preguiça, pois os preguiçosos são aqueles que 
se orgulham de nada fazer para viver não percebendo que na verdade vegetam.
 Onde não há orgulho não há Luxúria, pois os luxuriosos tem orgulho de seus corpos
 e julgam-se merecedores de possuir os corpos de tantos quantos lhe provir,
 não percebendo que na verdade são objetos do instinto. Onde não há orgulho, 
não há Cobiça, pois os cobiçosos tem orgulho das migalhas que possuem ,
juntando tesouros na terra e invejando a felicidade alheia, não percebendo que
 na verdade são instrumentos do dinheiro. Onde não há orgulho, não há Gula, 
pois os gulosos se orgulham de suas condição e jamais admitem que o são, 
arrumam desculpas para justificar a gula, não percebendo que na verdade 
são marionetes dos desejos. Onde não há orgulho, não há Ira, pois os iracundos 
se orgulham de não serem passíveis e jamais abaixam a cabeça diante de qualquer situação, 
são incapazes de permitir que a vida lhes proporcione lições de aprendizado e se revoltam 
com facilidade com aqueles que, segundo o próprio julgamento, não são perfeitos,
 não percebendo que na verdade sua ira são resultado de suas próprias imperfeições.
Onde não há orgulho, não há inveja, pois os invejosos sentem o orgulho ferido ao verem 

o sucesso alheio seja ele qual for, precisam constantemente superar os demais nas conquistas, 
não percebendo que na verdade são ferramentas da insegurança e da falta de amor a vida. 
Adeus.

Saíram todos sem olhar para trás, e ao baterem a porta, um fulminante raio de 

luz invadiu o recinto, e o casal, desintegrou-se. Dizem que viraram Anjos.

MEDICINA AYURVÉDICA



MEDICINA AYURVÉDICA



A médica ayurvédica é uma abordagem terapêutica da medicina hindu 

que existe há mais

de 5 mil anos e é considerada a ciência da saúde mais antiga. 

Seu fundamento é a busca

 do equilíbrio do corpo e da mente através de plantas medicinais, 

dietas, aromas e 

massagens com óleos, respeitando o tipo constitucional de cada 

pessoa.

Existem 3 humores biológicos ou doshas, o Vata, o Kapha e o Pitta.

O Vata (representada pelo ar) é seco, leve, frio, sutil, agitado e é sempre 


relacionado com  a dor. 

As pessoas com esta constituição, via de regra, apresentam 

características como ansiedade, tremores, gases, prisão de ventre, 

tonteira, dores de cabeça, insônia. 

Essa pessoas, costumam ser magras, ombros estreitos, pele e 

cabelos secos. 

Sua alimentação deve ser energética, porém de fácil digestão.

O Kapha (representado pela água) é úmido, frio, pesado e está 


relacionado ao inchaço. 

A pessoa Kapha vive cansada, costuma ter um semblante pálido, 

apresenta calafrios, sonolência e tosse, obesidade e tem tendência 

à formação de catarro e muco nos pulmões. 

Têm excelente memória. Sua alimentação deve ser a base de grãos, 

raízes e frutas.

O Pitta (representado pelo fogo) e costuma sentir muita fome, sede, 


acidez gástrica, 

apresenta infecções e inflamações com facilidade. Tem sudorese abundante, 

tem apurado 

senso crítico e gosta de enfrentar desafios. Na sua alimentação deve 

conter vegetais crus e a carne deve ser utilizada com moderação.

O surgimento das doenças depende do desequilíbrio destes 3 elementos,


 e a cura, pelo seu equilíbrio.




Referência:

Site Ayruveda [on line]

ABRA – Associação Brasileira de Ayurveda [on line]

Tags: Kapha, Medicina Ayurvédica, Medicina hindu, Pitta, Vata